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quinta-feira, 18 de junho de 2009
Scelerata
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El Brujo
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sexta-feira, 29 de maio de 2009
Secos e Molhados, Mutantes e Almondegas
Buenas amigos... esse post é um especial para o dia das mães, em especial para a minha!!!...todo metaleiro tem mãe!!! heheh.... e por mais malvado, rebelde e radical que possa parecer, vira criancinha nos braços da cora!!! To certo ou não!!! heheheeh
Rock, tropicalismo, regionalismo, mpb, progressivo e psicodelia... acho que isso resume e define essas três bandas, que na minha modesta opinião, estão entre as mais importantes da história da música brasileira, são verdadeiros tesouros, clássicos, e inadmicível que quem gosta de boa música não escute... claro... tudo tem momentos, não é o tipo de música que eu escute todo o dia, meu estilo preferido continua sendo metal, mas quando quero algo mais light, de qualidade, e para momentos especiais, com certeza é uma boa pedida.
Rock, tropicalismo, regionalismo, mpb, progressivo e psicodelia... acho que isso resume e define essas três bandas, que na minha modesta opinião, estão entre as mais importantes da história da música brasileira, são verdadeiros tesouros, clássicos, e inadmicivel que quem gosta de boa música não escute... claro... tudo tem momentos, não é o tipo de música que eu escute todo o dia, meu estilo preferido continua sendo metal, mas quando quero algo mais light, de qualidade, e para momentos especiais, com certeza é uma boa pedida.
Estou falando de ***SECOS E MOLHADOS***, banda do Ney Matogrosso, formada em 1971 dona de classicos como Sangue Latino, Rosa de hiroshima e Mulher Barriguda. ***MUTANTES***, banda da Rita Lee e Arnaldo Baptista, formada no inicio da decada de 60, com clássicos como Panis et Circensis, A minha menina e Top Top e ***ALMONDEGAS*** do Kleiton e Kledir, formada em 1974 aqui no RS dona dos classicos Céu Do Rio De Janeiro, Muchacha e Piquete do Caveira.
Não vou comentar a história de cada banda, pois teria que escrever um livro, deem uma vasculhada na net que vão achar tudo...Estava pensando em postar um disco de cada... mas não achei justo com os leitores, pois esses merecem no mínimo a discografia completa, porém ia ficar muito demorado o Upload dos discos, corendo o risco de naõ sair o post hoje, resolvi meio q de ultima hora fazer esse post.... heheeh. Resolvi dar uma vasculhada na net e achar as discografias e repassar os endereços de download para vocês.
Recomendo fortemente e assino embaixo à todos que gostam de boa música, música de verdade!!! Independente de ser metaleiro, rockeiro ou não. São clássicos e indispensáveis à uma boa formação musical!!! E a proveitem logo, antes que os arquivos sejam deletados!!!
Abaixo deixo uns videos... muito bons!!!
Bueno... a discografia do SECOS E MOLHADOS, vocês acham no blog Cordas Bandas e metais, a do MUTANTES no blog ZoomMp3 e a dos ALMONDEGAS no blog, parceiro nosso, Agora é Rock.
Almondegas, Secos e Molhados, Mutantes
Forte abraço e feliz dia das mães..... se é que alguma mãe lê o A Ferro e Foggo!! heheheeh
Almondegas
Mutantes
Secos e Molhados
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El Brujo
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Patrulha do Espaço
Buenas!!!
Nossa...eu que me achava com um certo conhecimento em som...ledo engano.... um fiasco!!! Essa banda que vos trago hoje, era conhecida minha apenas de nome... mas nunca tinha ouvido eles...nem tinha tido oportunidade...certas coisas não chegam em nossas mãos.. fazer o que...interior tem suas dificuldades... hehehehe... mas tem seus encantos!!! Mas graças aos deuses do rock e da internet hoje venho me redimir!!! Mui bien...chega de desculpas esfarapadas e vamos ao que interessa!!!
No post da banda RIFF, comentei sobre um disco gravado pelo guitarista PAPPO com essa banda brasileira... por ironia tive que conhecer uma castelhana para chegar a essa perola do rock nacional, 32 anos de estrada, 32 anos de rock independente, simplismente uma das melhores bandas de Rock 'n Roll do Brasil. ***PATRULHA DO ESPAÇO***, é o nome dessa espetacular banda, formada em 1977 , originalmente por Rolando Castello Jr. (Made in Brazil, Aeroblus e Inox), Arnaldo Baptista (Mutantes /solo), John Flavin (Secos e Molhados) e Oswaldo Gennari (Kokinho), no inicio faziam um rock típico dos anos 70, sem muito peso, som psicodélico e progressivo mas muito profissional, e extremamente bem tocado, "evoluiram" rapitadamente, para o mais puro Rock 'n roll, sem frescura como o bom e velho Rock pede... simplismente perfeito!!! Fazem um som muito bom de ouvir, isso mesmo... fazem um som... pois ainda estão em atividade com disco gravado ao vivo em 2007, que alias estou a ouvir nesse exato momento!!
Bueno... em 1985, juntamente com o guitarista PAPPO, gravaram o disco Patrulha 85, digamos o elo de ligação entre Brasil e Argentina..já que esse disco foi lançado aqui e no pais hermano tambem.... faz parte tando da discografia oficial do Patrulha, como do PAPPO, guitarista esse que quem não ouviu ainda, não sabe o que está a perder, e que introduziu mais peso à banda e dai em diante meus amigos a coisa ficou muito mais ROCK, pelo menos para os meus ouvidos!! Excelentes músicos, guitaras em solos matadores, batera nervosa e vocal muito perfeito, um entrosamento visto em poucas bandas!!!
Em 1983 abriram o show do Van Halen... o que rendeu elogios do próprio Eddie Van Halen, que fez questão de ir ao camarim da banda para cumprimentá-los pessoalmente.
Extremamente recomendado para aqueles que curtem boa música, um bom e velho rock 'n roll!!! Banda obrigatória.... não deixem de baixar... e dar esse presente aos seus ouvidos.... um clássico vivo do rock nacional.
Não deixem de ler o histórico deles também... vale muito apena!! E comprem o ORIGINAL!!! heheeh...sim... porque arquivos OGG não rodam em MP3 players, e esses merecem!!! Acreditem!!!
Vou deixar 3 discos....Patrulha 85(1985), .comPacto(2003) e capturados ao vivo(2007), EXCELENTES!!!
Forte Abraço e bom download PATRULHEIROS!!! heheh
Comments!!!!
Os músicos ensaiaram por 30 ou 40 dias seguidos, e já com Eduardo 'Dudu' Chermont no lugar de Flavin, a banda fez sua estréia no dia 17 de setembro com um show no ginásio do 'Ibirapuera' para um público de 8.000 pessoas.
Em 28 de maio de 1978, após muitos shows por diversas cidades do Brasil, Arnaldo decidiu largar a banda. Sua saída causou grande transtorno ao grupo, não só porque o músico era o principal cantor e compositor, mas também devido à banda estar com muitos compromissos a cumprir dentro de poucos dias. A saída foi colocar Eduardo Chermont para fazer os vocais e resgatar antigas composições das outras bandas das quais os músicos haviam participado antes de ingressarem na "Patrulha".
Durante os dez dias de frenéticos ensaios, muitos amigos 'pintaram' para dar uma ajuda e entre eles apareceu Percy Weiss, ex-vocalista do "Made In Brazil". Quando a banda percebeu, o vocalista já era um 'patrulheiro' oficial.
No dia 8 de julho de de 1978, a nova "Patrulha" fez sua estréia no Ginásio de Esportes de Sorocaba.
Após alguns meses com essa nova formação, os desentendimentos com o vocalista Percy começaram a aparecer. A banda ainda tentou segurar a barra trazendo Walter Baillot (ex-"Joelho de Porco") para a segunda guitarra. Mesmo assim, as coisas não renderam e no dia 16 de abril de 1979 o grupo fez seu último show com Percy e Walter, no teatro 'Pixinguinha'. Após sua saída, Percy voltou ao "Made In Brazil". Porém, nem a amizade e muito menos a história do vocalista na "Patrulha" ainda haviam acabado.
Ainda em 1979, a banda entrou em estúdio para a gravação do seu primeiro disco. Logo no início das gravações, 'Dudu' apresentou alguns problemas com a voz e o velho amigo Percy Weiss, que havia aparecido no estúdio como que por mágica, acabou incumbido de colocar as vozes na maioria das canções.
Para o lançamento do Lp, a banda iniciou uma grande turnê pelo sul do país, algumas cidades do estado de São Paulo e também por algumas cidades da Argentina. Desencontros, problemas e falsas promessas da produção Porteña, resultaram na perda das fitas master com todo o primeiro trabalho da banda e demais materiais. A partir daí a turnê dos sonhos acabou se transformando em um verdadeiro pesadelo. Isso provocou um enorme rompimento na estrutura da banda e por conseqüência um grande afastamento de 'Cokinho' em relação ao grupo. Assim, dois anos após o início da banda, no dia 24 de novembro de 1979, o trio fez seu último show oficial com 'Cokinho'.
Após um tempo, a banda, no início de 1980, convidou Sérgio Santana para assumir o baixo da "Patrulha". Para iniciar a nova década com força total a banda marcou um série de shows no teatro 'Abertura' em São Paulo, onde não poderiam de modo algum cometer qualquer vacilo. Como o grupo ainda não tinha se entrosado completamente com o Sérgio, a saída foi chamar a velho amigo 'Cokinho' para a série de espetáculos. Quatro dias de teatro completamente lotado despediram dignamente o grande 'Cokinho'.
Mais alguns shows foram feitos e a banda resolveu dar um tempo para poder ensaiar e compor com Sérgio Santana. Durante esse tempo a banda acabou resgatando, Deus sabe como, algumas cópias das fitas master do primeiro trabalho e finalmente conseguiu lançar o tão sonhando Lp, exatamente um ano depois da previsão inicial.
Em 1981, a "Patrulha" iniciou as gravações de seu segundo trabalho. As gravações aconteceram nos mesmos moldes do primeiro Lp, ou seja, o mínimo de sessões possíveis foram utilizadas para a gravação do disco. Para esse segundo disco Eduardo Chermont assumiu quase que completamente os vocais da banda, mas a presença de Sérgio Santana como compositor e cantor estava começando a aparecer em temas como "Planet Rock". A grande diferença desse trabalho em relação ao primeiro, é que o grupo finalmente conseguiu fechar um contrato de distribuição e prensagem com uma grande gravadora, o que possibilitou finalmente que o trabalho da "Patrulha" fosse divulgado em todo Brasil.
O restante do ano foi tomado por grandes concertos em todo interior paulista e no lançamento do segundo disco, no ginásio do 'Palmeiras' em 14 de dezembro de 1981.
Em 1982, a "Patrulha" passava por um momento de grandes incertezas quanto ao seu futuro. Apesar da boa distribuição e das excelentes vendas do segundo álbum, a gravadora acabou realizando algumas más negociações e isso acabou não trazendo um retorno financeiro para a banda. A solução encontrada pelo grupo foi a de mais uma vez cair na estrada e tentar angariar fundos para o 3º álbum.
As gravações do que seria conhecido como o 'álbum branco' da "Patrulha" ocorreram nos mesmo moldes dos dois primeiros trabalhos da banda, ou seja, pouquíssimas sessões de estúdio foram gastas para a gravação do disco. O Lp também firmou definitivamente a posição de Sérgio Santana como principal compositor e cantor da banda. Devido aos problemas financeiros acarretados pelo segundo disco, a banda não se encontrava em condições de lançar o álbum de modo totalmente independente e como não poderiam recorrer às grandes gravadoras, já que estas estavam fechadas para o mercado rock'n'roll no país, a saída então foi unir forças ao selo 'Baratos Afins' de propriedade de Luíz Calanca e lançar o álbum de modo meio que independente.
Em 1983, eram fortes os boatos de que o grupo "Van Halen" viria ao Brasil para uma série de shows e que a pedido do próprio "Van Halen" a "Patrulha" estava incumbida de fazer os shows de abertura da banda em São Paulo. Mesmo com todos esses boatos aumentando cada vez mais, devido à proximidade do show, a banda manteve a cabeça fria e continuou achando que nada iria acontecer. No dia 20 de janeiro de 1983, apenas um dia antes do primeiro show do "Van Halen" em São Paulo,
Sérgio Santana e Rolando Castello Júnior quase desmaiaram ao ficaram sabendo que todos os boatos haviam se concretizado e que realmente a "Patrulha" iria abrir os shows do "Van Halen". Nos dias 21, 22 e 23 de janeiro de 1983, a "Patrulha" talvez tenha vivido o 'Grand Momentun' de toda a sua história. Shows que premiaram merecidamente todos os anos de dura batalha e total profissionalismo da banda. Profissionalismo esse que mereceu até elogios do próprio Eddie Van Halen, que fez questão de ir ao camarim da banda para cumprimentá-los pessoalmente.
Após os shows do "Van Halen", a banda não quis perder tempo e conseguiu organizar pela primeira vez a tão sonhada turnê por todo o país. Tudo foi feito do modo mais profissional possível, para que com isso o grupo conseguisse pela primeira vez ter uma divulgação e uma exposição de modo ininterrupto, pelos 4 cantos do Brasil. Porém, um acontecimento trágico obrigaria a banda a parar e a desistir de tudo o que havia sido planejado: Alguns tiros levaram não só o baterista Rolando astelo Júnior para o hospital, mas também levaram todos os sonhos, esperanças e talvez a última grande chance da banda.
Seis meses de sofrimento, recuperação, miséria e esquecimento por parte da mídia se passaram, até que a banda voltasse para a estrada. Durante esse período, a "Patrulha" fez um show no dia 1º de maio de 1983 no 'Heavy Metal', em Santos. Na bateria estava Paulo Tomaz e toda a arrecadação do show foi doada ao baterista Rolando Castello Júnior.
Ainda em 83, de volta à estrada e com sua formação oficial, o grupo realizou um show no clube 'Gran' em Limeira. O show foi o modo escolhido pela banda para arrecadar fundos para a gravação do 4º álbum.
Com o lançamento do disco, ficou claro o controle quase que total de Sérgio Santana nos vocais e na autoria das canções. Isso iniciou (sem que ninguém ainda percebesse) um processo de afastamento definitivo de Eduardo Chermont do grupo. A primeira separação ocorreu durante a turnê que o grupo realizou, após 4 anos, pelo sul do país. Sérgio e Júnior para cumprir com a agenda de shows foram obrigados a chamar Fábio 'Índio' Amaral para a realização de algumas apresentações.
Já de volta a São Paulo e com a paz aparentemente restabelecida, a banda realizou no 'Woodstock Music Hall' o show de lançamento do 4º Lp.
Nos dias 29 e 30 de dezembro de 1983, a "Patrulha", ainda sem saber, fez seus últimos shows com o guitarrista Eduardo Chermont. Com a saída de 'Dudu' a banda não perdeu apenas um grande amigo e guitarrista, mas sim seu ultimo grande 'Momentun'.
No início de 1984, a "Patrulha" estava à procura de um grande guitarrista, e após muita 'batalha', todas as fichas foram depositadas em um guitarrista argentino chamado Horácio. Porém, quis o destino mais uma vez pregar uma peça na banda. Horácio acabou falecendo em um acidente de moto no cruzamento da Avenida 9 de Julho com a Avenida Brasil.
O tempo foi passando e tanto Sérgio Santana quanto Júnior já estavam 'jogando a toalha'. O desânimo e o marasmo cada vez levavam os rapazes a pensar que a "Patrulha" havia pousado de modo definitivo no hangar. Nesse meio, tempo Sérgio ainda conseguiu com que os estúdios 'Mosh' fornecessem algum tempo para que ele, Júnior e Fábio 'Índio' Amaral gravassem uma demo chamada "Tráfego Pesado". Como nada aconteceu, Sérgio e Júnior decidiram dar um tempo à banda.
No final de 1984, as esperanças voltaram a aparecer. Com a proximidade do mega show 'Rock In Rio', havia uma remota possibilidade de que a banda fosse convidada para participar do evento. Essas esperanças só aumentaram quando Júnior descobriu, por intermédio de alguns contatos feitos com empresários, que seu velho amigo dos tempos da banda 'Aeroblues' (grupo formado na Argentina em 1977 e que contava com 'Pappo' na guitarra, Medina no baixo e Júnior na bateria) e guitar-hero argentino 'Pappo' estava no Rio de Janeiro. Após algumas conversas com 'Pappo' tudo ficou acertado e o guitarrista decidiu se mudar para São Paulo e tentar algo com a banda. Já sem se preocupar com o festival do 'Rock In Rio', a banda começou a ensaiar e a compor rapidamente e sendo assim, decidiram gravar todo o novo material. Os novos temas, gravados pela banda nos estúdios 'Vice-Versa', mostraram claramente a influência de um som mais pesado que 'Pappo' havia colocado na banda.
Algum tempo depois, o guitarrista voltou para a Argentina para resolver alguns problemas e mandar uma nova aparelhagem para o grupo. Ao retornar para o Brasil, o guitarrista acabou tendo muitos problemas com a alfândega brasileira, o que acarretou na perda de todo o equipamento. Isso acabou abalando por completo não apenas 'Pappo', mas também toda a "Patrulha". Isso somado a uma proposta irrecusável feita ao guitarrista para o seu retorno à Argentina fizeram com que Sérgio e Júnior resolvessem dar um 'basta' no trabalho e decretar uma parada de muitos anos da banda. O disco com o material gravado (5 canções ao todo), nos estúdio 'Vice-Versa', chegou a ser lançado com o nome de "Patrulha 85".
Durante os 3 anos que se seguiram o baterista Júnior formou a banda "Inox" com a qual gravou um Lp em 86. Sérgio Santana por sua vez reformulou a sua antiga banda "Baggas Guru" e também chegou a lançar um álbum.
Em 1988, após cinco anos longe dos palcos, a "Patrulha" foi convidada para fazer um show no 'Centro Cultural' de São Paulo. A vontade de voltar a tocar nos palcos era grande, porém o maior problema para a banda ainda estava na falta de um guitarrista. O velho amigo 'Dudu' era 'carta fora do baralho', já que ele havia se retirado do mundo da música, devido a problemas de saúde. Uma luz no fim do túnel acabou surgindo quando o grupo convidou o velho amigo e grande guitarrista Rubens Gióia (ex-"Chave Do Sol"). Após a entrada de Rubens a banda ainda ganhou o reforço de Percy Weiss para os vocais. Assim, todo o jejum de palco pelo qual a banda havia passado, finalmente acabou no dia 21 de junho de 1988, com o show do 'Centro Cultural' de São Paulo. Mesmo assim, ainda não foi dessa vez que a banda voltaria à ativa. O grande problema dessa vez estava no fato de que o baterista Júnior estava residindo em Curitiba. Além do que existia um grande respeito dos músicos com relação a toda história da banda e se não fosse para fazer um projeto legal e profissional acima de tudo, qualquer volta estaria descartada.
Em 1990, finalmente a "Patrulha" (com Júnior, Sérgio e Rubens Gióia) resolveu sair do hangar e voltar à ativa. Após muitos ensaios a banda entrou em estúdio para gravar 3 novas demos, "Gata", "Cidade Nua" e "Pátria Amada", pensando em negociar esse novo material com alguma grande gravadora.
A banda também sentiu que a volta aos palcos teria que ser em grande estilo. Sendo assim, agendou um show no "Dama Xoc" em São Paulo e um no "Tivoli Park" no Rio de Janeiro. O show de São Paulo, realizado no dia 12 de junho de 1990, ainda contou com as participações de Fernando Deluqui, Percy Weiss e Paulo Zinner.
Prevendo um futuro muito promissor pela frente, a banda começou novamente a reatar contatos e tentar recuperar todo o tempo que haviam perdido. Porém ninguém poderia imaginar que o show realizado pela banda na cidade de Maringá no dia 20 de outubro de 1990, fosse o último de Sérgio Santana na "Patrulha".
No dia 27 de maio de 1991, a pior notícia possível para a banda acabou ocorrendo: Sérgio Santana havia falecido. Completamente arrasado pela perda do amigo de mais de 10 anos, Rolando Castello Júnior se viu mais uma vez obrigado a desistir de todos os sonhos e esperanças e novamente recolheu a "Patrulha" de volta ao hangar.
Em setembro de 1991, a banda realizou 3 shows no interior de São Paulo e Paraná com diferentes formações em cada uma das apresentações.
Ainda em 1991, a banda (já com Xando Zupo na guitarra e Marcelo Bettamio nos vocais) recebeu uma proposta irrecusável para a realização de um show na cidade de Ponta Grossa. O show foi um tremendo sucesso e por um momento Júnior sonhou em novamente reagrupar a "Patrulha".
Em 1992, foi gravado (só seria lançado em 94) o álbum "Primus Inter Pares", um álbum em homenagem ao velho amigo Sérgio Santana. A banda reunida por Júnior, contou com as participações dos 'patrulheiros' : Percy Weiss, Rubens Gióia e Xando Zupo. O baixo ficou por conta de Renê Seabra.
Já em 94, Júnior e Osvaldo 'Cokinho' reencontraram o velho amigo 'Pappo' e com ele realizaram dois shows, um em São Paulo e outro em Rudge Ramos.
Em 1995, Júnior, 'Cokinho', Rubens e Percy (a formação que mais chegou perto da "Patrulha" original), entraram nos estúdios 'Be-Bop' em São Paulo e gravaram 3 músicas, "Sexy Sua", "Gata" e "Pátria Amada". No final apenas "Gata" chegou a ser mixada, porém nunca lançada.
Mesmo com uma turnê de sucesso realizada pelo sul do Brasil, vários compromissos de cada integrante fizeram com que esta volta da banda não passasse de mais uma tentativa frustrada.
Em 1999, novamente a "Patrulha", assim como a Phoenix, renasceu de suas próprias cinzas e com pique total. Novamente o baterista Rolando Castello Júnior colocou todos os seus sonhos e esperanças em uma nova formação e em uma nova fase.
Além do baterista, ainda completavam a banda o veterano baixista Luiz "Tigueis" Domingues (ex-Chave do Sol" e "Língua de Trapo") e os multi-instrumetistas Rodrigo Hid (vocal, guitarra, percussão e teclados) e Marcello Schevano (vocal, guitarra, flauta e teclados).
Em 2000 a banda lançou Chronophagia. Um trabalho completamente rock'n'roll e com muita energia. Depois foi a vez do EP "Compacto", e em 2004 sai o "Missão Na Área 13".
Patrulha 85 (1985)
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.comPacto (2003)
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Capturados ao vivo (2007)
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El Brujo
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Marcadores: Brasil, Patrulha do Espaço, Rock
Azul Limão
Esse post era para ter saído ontem, mas foi meio puxado o dia.... volta de feriado não é mole!!! heheheh....mas está ai nossa homenagem à amada terrinha, que de pequena não tem nada!!! hehehe
Hoje trago para nossos leitores, bem como toda a nação metaleira, uma pérola, relíquia e um clássico do metal tupiniquim, uma das melhores bandas do metal nacional oitentista. ***AZUL LIMÃO***, formada em 1981 no RJ e apesar do nome...meio tosco para uma banda de metal, fazia um heavy metal dos primordios muito bom, cantado totalmente em portugês e de extrema qualidade, muito empolgante, apesar de todas as dificuldades que a época proporcionava... tocavam pelo simples gosto de tocar, na raça mesmo... instrumental muito bom, bem tocado, riffs e solos simples mas bem executados... e o vocal era de primeira linha... tanto que atualmente Rodrigo Esteves, que era o vocalista, é cantor lírico na europa.
Bueno...vou deixar para vocês um pequeno histórico da banda, seguido de uma entrevista realizada pelo site whiplash, vale a penas ler... mais um videos para conferirem o som deles e comprovarem o que eu digo, e para completar esse post de 509 anos da amada terra, nada mais, nada menos que a discografia completa deles, incluindo os dois albuns lançados na década de oitenta,86 e 87.... excelentes, recomendo e assino embaixo, mais dois de 2001 com as demos de 83 a 89 e alguns sons ineditos!!!
Mais um item obrigatório na OGGTECA de todos os bangers!!! Altamente recomendado!!! UM CLÁSSICO!!!
Forte abraço e parabens para todos nós, Brasileiros com URGULHO!!!
<
Azul Limão
Banda formada em 1981, no Rio de Janeiro por Vinícius Mathias (baixo), Marcos Dantas e Beto Martins (guitarras) e Sales (bateria). Esta foi a primeira formação do Azul. No meado de 1982 a banda resolve dar um tempo por não conseguir vocalista fixo e constante troca de baterista.
Marcos Dantas decide reagrupar o Azul Limão junto com o vocalista Rodrigo Esteves e conseguem estabilizar sua formação chamando Ricardo Martins (bateria) e novamente, Vinícius Mathias (baixo).
No começo de 1983, a banda lança sua primeira demo, conseqüência disso, shows com mais freqüência. A segunda demo sai também em 1983, onde se destaca a música “Não vou mais falar”, que entra na programação da extinta Rádio Fluminense FM.
O exótico e estranho nome da banda facilitou na divulgação, pois não havia explicação para tal.
No final de 1984, pelo selo B.B. Records, estiveram prestes a lançar um compacto com as músicas “Satã clama metal” e “Sangue frio”, mas o disco não saiu.
Em agosto de 1986 lançam o primeiro álbum chamado Vingança, pelo selo Heavy. Ainda que cantado em português, o disco chegou a ser mencionado em algumas revistas estrangeiras como: Kerrang e Metal Hammer.
Em 1987, pelo selo Point Rock, gravam seu segundo disco chamado “Ordem e Progresso”. Em setembro do mesmo ano, Ricardo Martins deixa o grupo para dedicar-se a projetos particulares, sendo substituído pelo grande baterista paulista Alexandre Reis, atualmente professor de bateria em seu próprio instituto em Franca - SP.
Nos anos 90, a banda acaba em função profissional de Rodrigo Esteves, grande cantor lírico que vai dar seguimento ao seu trabalho na Europa.
Atualmente, a banda se reúne eventualmente para fazer shows quando Rodrigo Esteves vem ao Brasil.
Em agosto de 2007, Rio de Janeiro e São Paulo presenciaram esse magnífico evento, uma espécie de túnel do tempo. Os shows comemoraram o relançamento em cd do álbum “Vingança” pelo selo alemão Dies Irae. Com uma enorme receptividade, fãs de todas as idades puderam curtir esse marco histórico do metal nacional e o Azul Limão mais uma vez mostrou que Rock’n’Roll não tem idade, está no sangue, na alma, algo que vem de dentro pra fora.
Continua--->Entrevista!!!
Fonte: whiplash
Vingança (1986)
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Ordem e Progresso (1987)
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Pegasus, The Tapes I (2001)
(demos de 83 a 89)
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Amazona, The Tapes II (2001)
(músicas raras e outtakes)
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El Brujo
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Cambio Negro
Buenas gurizada!!!
Trago para vocês a banda ***CAMBIO NEGRO***, banda gaucha de rock pesado, com uma vida muito curta, gravou apenas um disco, intitulado Hard Rock em 1989, fazia um rock de excelente qualidade, na linha de Garotos da Rua, mas um pouco mais pesado, instrumental ótimo, iden para o vocal.... um conjunto quase perfeito!!!
Para conhecimentos gerais... o baixista/vocal dessa banda, Mitch Marini, falecido em 2006, atuou na banda Garotos da Rua. Nos anos 60 ele tinha uma outra banda chamada Swing, com a qual abriu os shows de nada mais, nada menos que "Van Halen" e de "Bill Haley and The Comets" no gigantinho. Mitch Marini pagou os direitos autorais aos familiares de Jimi Hendrix para gravar a canção "Fire", sendo essa a única canção que não é de autoria da Câmbio Negro.
Saudosos anos 80!!! heheheh... Não consigo entender como bandas desse gabarito gravaram apenas um disco... mas fazer o que!
Item obrigatório na OGGTECA, clássico........ recomendadissimo!!!
Abraço!!!
Hard Rock - 1989
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El Brujo
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RESTLESS
RESTLESS
Buenas amigos!!!
Hoje o A Ferro e Foggo vos traz, e posso afirmar que com exclusividade, a banda ***RESTLESS***, formada no início da década de 90, em Brasília.... não tenho a data certa, mas essa eu tenho o CD original... heheheh...infelizmente essa banda lançou apenas esse disco e desapareceu...fazia um thrash metal na linha do Sepultura, dos bons tempos, muito boa, o CD inteiro é excelente, destaque para a 3ª faixa, Tehom Rules... uma pedrada na orelha!!!
Aproveitem... exclusivo na WEB, raro e de extrema qualidade... recomendado para os amantes do bom e velho THRASH METAL!!!RESTLESS - RESTLESS
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Forte abraço!!!
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El Brujo
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Volkana
Vamos abrir a sessão "colírio", deixar esse site ainda mais belo e com cheiro de flores!!!... credo...bem emo essa frase!!! hehehe......emo nada.... thrashão nervoso, mas com delicadeza feminina!!!!
Para quem não conhece, Volkana gravou dois discos, todos cantados em inglês, o primeiro em 1991 - FIRST, fazia um thrash metal com uma pitadinha de punk, não poderia ser diferente, pois vinha da capital, onde o cenário punk foi muito forte, tem um cover da música Pet Sematary do Ramones, e o segundo e último em 1994 - Mindtrips, esse eu tinha em K7, heheh...na verdade tinha os dois!... destaque para o cover de Whole Lotta Love do Led!!!Thrash metal de primeirissima linha, combinado com um vocal firme e forte, apropriado ao estilo, de melódico não tinha nada!!!
Assistam os videos!!!
Vasculhando pela net, descobri o site do Celso Barbieri, Correspondente Internacional para a revista Dynamite, um dos responsáveis pelos projetos SP METAL, São Power, do post das coletâneas nacionais, fundador do selo Devil Discos e responsável pelo 1º disco do Korsus, inclusive a parte grafica do album. Com certeza uma figura importantíssima do Rock nacional. No site dele, está disponível para download, em MP3, um disco do Volkana gravado ao vivo em SP, por ele mesmo, durante um show, trabalho muito bem editado. Detalhe... não consta na discografia official da banda, portando é raríssimo, e além disso.... nesse disco fica evidente o poder de fogo da banda!!!! Excelente!!!
Resolvi, como dizem os hermanos, "subir" esse album também para vocês, pois como é raro, e o site dele ficou fora do ar enquanto estava escrevendo esse post, prefiro não correr o risco dele sair do ar definitivamente e deixar os nobres amigos e leitores do A Ferro e Foggo sem esse privilégio!!! heheh....
Mas não deixem de conferir o site do Barbieri.... tem registros de varias bandas, e praticamente todos raros, exclusivos e não oficiais!!! Vale a pena!!!
Pois bem... não poderia encerar esse post sem comentar a beleza das moças, claro... são fotos antigas, mas a Marielle era muito gatinha!!! hehehehehe... Mulheres no metal é tudo de bom, não só pela beleza física que elas proporcionam, mas tambem pelo alto nível rockeiro, sem falar nas belas vozes !!!
Mulheres........ o que seria de nós sem elas?!!!E tem gente que não gosta!!! hehehehehehe
Forte abraço a todos!!!
VOLKANA
Elas foram com certeza as líderes do Metal feminino no Brasil. Num nível internacional elas poderiam competir com diversas outras bandas femininas de outros países. Elas, Mila Menezes (b), Karla Carneiro (g), Ana (d) e Eliane (v), fundaram a banda em 1987 na capital do país, Brasília. Ana e Eliane não permaneceram por muito tempo sendo substituídas por Marielle Loyola (v) e Débora (d) vindas das bandas ARTE NO ESCURO e DETRITO FEDERAL.
Todas se mudaram para São Paulo e gravaram, em 1990, uma demo de 2 faixas, "Thrash Flowers". Esta demo fez a banda ser conhecida e com isso puderam gravar seu primeiro álbum em 1991 (genialmente nomeado de "First"). Antes de gravar tiveram sérios problemas em encontrar uma baterista. Débora deixou a banda e Pat do OZONE esteve na bateria por um curto período. Para a gravação, elas chamaram Sérgio Facci da recém acabada banda VODU. Ele não está nas fotos da banda por não ser considerado membro da banda neste período. Como não conseguiram encontrar uma baterista, ele acabou se tornando membro oficial da banda.
A música neste disco é Thrash com sutis influências de Punk. Não há versão em CD deste álbum no Brasil, mas houve uma versão americana, com cover diferente, da gravadora "Moving Targets". Isto mostrava que a banda já estava se tornando conhecida, mas ainda existiam problemas. A vocalista Marielle deixou a banda, sendo substituída por Cláudia Franca e uma segunda guitarrista juntou-se à banda, Selma Moreira. No segundo album, "Mindtrips" de 1995, elas tocam um Thrash mais extremo com algumas inflências dos anos 90. Poucos anos depois a banda acabou.
As garotas também tocaram muitas vezes na TV, em programas como Programa Livre, Angélica, Jô Soares, especiais da MTV e muito mais, abriram também uma mini tour para os TITÂS, ainda com Marielle nos vocais. No ano de 2002, um dos muitos pirateiros no Brasil teve a idéia de relançar as 2 faixas da demo do Volkana junto com a demo de outra banda feminina, FLAMMEA num LP! O som é ok e a quantidade de cópias prensadas parece ser bem pequena!!
A Volkana nunca será esquecida e dizem haver algumas possibilidades da Banda voltar a realizar alguns shows pelo país... todos nós agradeceriamos, pois a história poderia ter continuidade, já que foram as únicas no estilo!!!
Fonte: Myspace
Fotos: Celso Barbieri
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FIRST (1991)
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Mindtrips (1994)
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Live at Dma Xoc - SP (1992)
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Coletâneas nacionais indispensáveis!
Tinha prometido no post do Fastway que postaria a trilha sonora do seriado e mais algumas coletâneas em um big post lembram?! Pois bem... resolvi dar uma incrementada no post e disponibilizarei 10 coletâneas nacionais, obrigatórias e essenciais na OGGteca de todo headbanger!
Alguns podem discordar, mas para mim, as coletâneas são de uma importância imensurável, pois normalmente estão entre as primeiras aparições oficiais de muitas bandas, e não é raro essas serem as únicas tambem. Sem falar no fator econômico, pois era muito mais barato porduzir uma coletânea do que gravar um LP individual. Obviamente que hoje existem meios muito mais eficazes e viaveis para divulgação,... Internet!!! ..... ou melhor... o A ferro e Foggo!!! hehehe
Independente de estilos, esse post tem o objetivo de fazer conhecer, na minha humilde opinião, as principais compilações de rock, metal dos anos 80 aqui no Brasil! Solamente Clássicos!!!!
Bueno... chega de papo... e vamos direto ao ponto!
| E para começar, muito bem por sinal, neste primeiro lote, deixo as 3 principais compilações do rock gaúcho! Essas coletâneas Trasem os primeiro registros de de bandas como Astaroth, Garotos da rua, Leviaethan, Taranatiriça, Os Replicantes, Spartacus, Os Eles, Engenheiros do Haway, TNT e mais algumas!.. Ou seja, não são apenas as principais do RS, podem ter certeza que estão entre as principais coletâneas lançadas do Brasil nos anos 80. Para a galera mais nova, que por ventura não conheça, está ai 3 capitulos de aula que não podem ser cabulados!!! Caso contrário... reprovação na disciplina rock!!! heheheh Se alguem quiser saber mais sobre bandas de rock do RS, achei esse post no Durango, é o post mais completo que vi até hoje, na verdade são 17 posts.... deve ter mais de 50 discos, entre classicos, antigos, raros e novos! Vale a pena conferir!!!! | Rock Garagem I - 1984 Download |
| Rock Garagem II - 1985 Download | Rock Grande do Sul - 1986 Download |
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| Bueno... dando continuidade, e mudando um pouco de estilo, fica ai os principais discos, ou compilações Punk do brasil. E à propósito....Isso sim é PUNK!!!!! chega de punk pirulito!!!! heheeh Duas coletâneas e um Split extremamente importantes na história da música brasileira e obrigatórias, principalmente para quem gosta e se diz Punk!!! São, sem dúvida, as primeiras compilações do estilo no Brasil, sendo Grito suburbano considerado o primeiro disco punk produzido no pais!!! Simplismente três obras primas do movimento Punk brasileiro, trás bandas como Cólera, Olho Seco, Ratos de porão, Lobotomia, Inocentes, Fogo cruzado... e por ai vai...é uma patada na orelha!!! O split do Olho Seco é composto por 3 bandas, Olho Seco, Brigada de Ódio e Fogo Cruzado. Eu não tinha esse disco completo... apenas alguns sons.... então peguei ele e respostei para vocês...só ai que fui perceber que tinha mais um disco do Olho seco junto, também de 83 chamado "Primeiros dias de 1981"...um plus involuntário...mas como ja tinha hospedado resolvi deixar... hehehe ok! | SUB - 1982 Download |
| Grito Suburbano - 1982 Download | Botas, Fuzis e Capacetes -1983 Download |
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| Agora a coisa começa a ficar divertida!!! São 3 coletâneas, 2 de Hard Rock/heavy metal, um marco na cena metaleira nacional, lançadas pelo celo Baratos Afins, em 84 e 85. S.P. Metal I que trazia as bandas Salário Mínimo, Centúrias, Vírus e Avenger, e S.P. Metal II com as bandas Korzus, Abutre, Performances e Santuário. Leia a entrevista do idealizador do projeto à revista Roadie Crew aqui! São Power, lançada pela Devil Discos em 86, contava com as bandas AEROMETAL , SABOTAGEM , MEPHISTO , EXCALIBUR , ANARCA , AVENGER , IMPROVISO e MAMMOTH. Na minha opinião essa é a melhor, pois mostrava um certo amadurecimento das bandas, porém ela não é mais importante que as outras duas!! Mais uma aula incabulável!!! Ótimas coletâneas! | S. P. Metal I - 1984 Download |
| S. P. Metal II - 1985 Download | São Power - 1986 Download |
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| E para encerar, como prometido, bem de leve, trago a trilha sonora do seriado Armação Ilimitada de 1988, já comentado no post do Fastway! Na verdade seriam dois discos, mas o segundo disco é muito fraco, bem comercial, com a cara da globo, de bom mesmo trazia apenas um Legião Urbana e uma música do Ultrage. Então deixo aqui o primeiro.... eu gosto, tem até uma versão do Chuck Berry...e pelo que me consta, das bandas participantes nenhuma está em atividade ainda! Saudade da Zelda!!! heheheehh | Armação Ilimitada - 1988 Download |
Mui bien moçada... espero que gostem e aproveitem muito bem esses clássicos do rock nacional!!! São itens obrigatórios da cultura rockeira from Brasil!!! heheeh
Deixem comentários!!! Amanhã tem mais!!!!!!!!!!!!!!
Abraço!!!
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El Brujo
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quinta-feira, 28 de maio de 2009
Dorsal Atlântica
Mais uma dos tempos de K7, eu tinha o disco Alea Jacta Est(94), que para mim é o melhor depois dos cantados em português, e algumas musicas em português somente, isso em meados de 90, mas quase gastei a fita. heheeh
Difícil escrever alguma coisa sobre essa banda sem correr o risco de falar alguma bobagem,,. e também nem tem muito o que falar, pois a própria trajetória dela fala por si só. Está é simplesmente um dos maiores ícones, se não o maior, da cena metaleira brasileira, e também mundial, podem ter certeza, alias, ela foi formadora dessa cena.Gravou 12 discos do mais puro thrash oitentista, sempre de forma independente, 3 deles em português, sempre lutou pelo underground brasileiro, como disse antes, um ícone, uma referência, seja pelo posicionamento rebelde defendendo uma ideologia, principalmente contra gravadoras que se empunhavam e sacaneavam as bandas da época, como pela extrema inteligencia ao compor as letras, por parte de Carlos Lopes(Vândalo). Enfim, um exemplo a ser seguido por todas as bandas, principalmente as iniciantes!
"Se ser radical é isso o que a gente é, então graças a Deus por a gente ser radical."
"...O público Heavy é menos alienado que o público da moda."
.....com certeza!!!!E como diz a música Império de Satã: "Que Deus de vida longa aos meus inimigos, para que assistam minha vitória!" e são vencedores, sem dúvida.
Seu primeiro disco, um split, chamado Ultimatum, lançado no 1º dia do Rock in Rio I. teve apenas 500 copias, ou seja uma raridade, não apenas pelo dorsal, que na época era um power metal, e bom, mas também pela segunda banda Metalmorphose, muito boa mesmo, e praticamente sem registros, a não ser esse Split!
Quem não conhece, por favor, ganhem um tempinho, e baixem essa banda, recomodadíssima e essencial!!!!
Abraços!!!
HISTÓRICO
Por Carlos Lopes
Estávamos cursando o pré-vestibular em 81 quando fundamos a banda "Ness" para o sarau no final de ano do colégio "Acadêmico" (atualmente soterrado por um edifício de ocasião), fundado e mantido por professores militares em pleno regime de excessão. Covers de Ted Nugent, Kiss, Made In Brazil e Black Sabbath deram o tom da festa de arromba. Daquela noite em diante, decidimos ser roqueiros de fato e fizemos o circuito da cidade, ainda dominada por hippies e músicos que não nos entendiam porque o público certo para a - emergente - Dorsal nem sequer havia surgido.
Ainda no início da década de 80, coloquei o dedinho em uma página qualquer de uma enciclopédia e "Dorsal Atlântica" foi sorteado, aleatoriamente.Em meus devaneios artísticos, copiei a idéia do movimento dadaísta, que herdou a nomenclatura de forma idêntica.
Em 84, um amplificador velho e diversos álbuns de selos foram vendidos para bancar a nossa parte - a metade - do split Ultimatum, lançado no primeiro dia do Rock In Rio I, em 85, com uma tiragem de 500 vinis. Nenhuma banda carioca havia lançado um disco pesado, de verdade, e em todo o país somente três outros trabalhos haviam visto a luz do alvorecer - era uma época de desbravadores. O festival Rock In Rio I colocou o nome "metaleiro" em todas as rodas de conversa do país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza e a Dorsal se beneficiou com o disse-me-disse. Rádio Fluminense (pelo ar) de um lado e Circo Voador (pelo espaço) do outro, deram o suporte necessário, e mínimo, para abrigar algo parecido com uma cena, que sempre depende de pessoas com idéias e gostos semelhantes - que desejem se relacionar, é claro. Marcos "animal", nosso primeiro baterista metaleiro, era fã da banda e foi convidado a fazer parte da troupe e em menos de um ano a criatura se voltou contra o criador.
Final de 85, pano desce rápido - leiam a "lenda" do táxi interestadual no livro Guerrilha! - e a necessária mudança de formação ocorreu porque a Dorsal optou pela velocidade e pelas idéias rápidas. O Brasil votou - mesmo que indiretamente -, porém mataram o novo presidente no leito do hospital. Vivíamos, ainda, anos difíceis.Mil novecentos e oitenta e seis foi o ponto de partida para a gravação do primeiro disco solo por uma gravadora paulistana - apesar de São Paulo demorar a entender nossa proposta de letras poéticas, hardcore e cabelos compridos -, que se chamou Antes do Fim, álbum que vendeu oficialmente 3.000 cópias, mas segundo a firma que prensava a bolacha, o LP vendeu mais de 10.000 - devidamente não pagas, para deleite dos proprietários das matrizes. Capa censurada e uma gravação feita às pressas porque os produtores não tinham onde cair mortos. Shows e mais shows até a abertura do espetáculo-mega-esculacho dos ingleses do Venom no ginásio do Maracanãzinho em dezembro de 86. Muitos tapas nas costas de vários e rejeição por parte da imprensa, que continuava a não entender a banda. Ninguém leva a sério metaleiros intelectualizados...
Frase do ano do Carlos: "Se ser radical é isso o que a gente é, então graças a Deus por a gente ser radical." É...Dividir & Conquistar, gravado em 87 e lançado no ano seguinte, é a alcunha do segundo trabalho da Dorsal gravado com mais tempo, mas com (quase) igual inexperiência e um pouco mais de maturidade musical. O público queria mais rápido (também, culpa nossa), mas a Dorsal queria evoluir e ousar. A nova gravadora (agora, carioca) chamada "Heavy", era uma das duas lojas/selos cariocas que existiam na época. Milhões de habitantes e duas lojas... "Pérolas" do cancioneiro como "Metal Desunido", "Tortura" e "Violência é Real" mostravam um novo caminho a seguir. O "mauvimento" já começava a mostrar suas rachaduras, com uma clara divisão entre os mais radicais - que sempre estavam "certos", ou pelo menos, eram aqueles que gritavam mais alto - e o pessoal do heavy associado aos anos 70. A história é cíclica? No templo carioca do metal - o Caverna - havia o "salão de power metal" onde ninguém ria ou levantava a cabeça. Os metaleiros radicais agitavam as correntes ao som de Hellramos e Running Uái.
Dividir ganhou um batalhão de colocações nos melhores do ano de 88 na Rock Brigade e permitiu que a banda viajasse pelo país, sendo recebida por centenas de pessoas, com faixas de boas-vindas, nos aeroportos de Manaus, Teresina e Belém!Mais shows com mancebos internacionais: Nasty Savage, dos EUA; Exumer, da Alemanha, e com os bretões-barulhentos do Motörhead, em Porto Alegre. Respeito crescente e nenhum dinheiro. Propostas de lançamento no exterior não concretizadas e um single lançado na Suíça em versão doméstica. A banda ainda se auto-empresariava - Carlos' management.
A crise interna mostrou sua face com a ópera Searching For The Light, em 90, quando o primeiro calotão internacional se fez presente com o lançamento norte-americano do mesmo álbum – nunca pagaram os royalties devidos. O primeiro mundo devendo ao terceiro.
O tema principal da ópera versa sobre a injustiça - social – nacional e as conseqüências de tantos desmandos em um possível futuro dominado por bicheiros, traficantes e uma elite insensível. O esporte favorito das futuras gerações é o surfe ferroviário e o carnaval serve para controlar o excesso de pobres, através de extermínio em massa transmitido pela Embratel, direto da praça da Apoteose. Bem... esse é um baita resumo da história. O público não sacou a proposta e a banda caminhava entre trips intelectuais de difícil entendimento - herméticas, enfim.
O segundo batera, Hardcore ou "Rabicó", para os íntimos, deixa a banda. Insatisfeito com pouca grana (de novo?) e crente de que um mais um são três, ele tomou rumo diferente do nosso - síndrome do músico que sabe "tocar", parte II. Nesse momento, o que veio de fora passou a imperar e o interesse por bandas brasileiras esfriou, gerando uma moda de centenas de bandas cover (depois viriam as de pagode, mas isso é um assunto para o final da década de 90) dos astrolábios internacionais.Na cena metaleira, a "farofa" fazia força para se estabelecer, desde o final dos 80, mas era apenas outra moda sem consistência e de fora chegariam o funk'o metal, o grunge e o Guns - não havia mais tempo. O rock brasileiro tossia e a Dorsal combatia. O Circo Voador abrigou a Dorsal com os norte-americanos do Testament em outro show marcado pela confusão - mais uma lição feita em casa.
Após um ano de audições, Guga foi aprovado como baterista oficial da Dorsal Atlântica. Meses depois, a escola de samba Estácio de Sá cedeu espaço para o show Dorsal com a banda Kreator, da Alemanha. A produtora do evento não obteve o retorno financeiro necessário e, pela última vez, o Rio lotou um show de uma banda estrangeira independente. "The times, they are changing."
A gravadora era nova (a Cogumelo, de BH), mas os problemas eram os mesmos: pouca divulgação e má distribuição. Receber dívidas da maioria das lojas na galeria do rock em São Paulo é pau-puro. As gravadoras estrangeiras se instalam no Brasil, iludindo muitos com pouco e as bandas começam a negociar as aberturas dos shows internacionais em dólar - o rock, agora, era decidido de cima para baixo.
Em fevereiro de 96, e já sem Cláudio Lopes no baixo - triste, mas necessária baixa -, o trio recomposto viajou para a Inglaterra, disposto a fazer o seu trabalho mais pesado. O nome Straight deu o tom. Nada a ver com filosofia straight-edge, mas a semelhança de um Carlos Lopes abstêmio, vegetariano, místico e recém-saído de uma relação doentia (casal neuras, lembram?) produziu um álbum forte e uma reação à moda imposta e aceita: a nova-velha moda do metal melódico (MEU DEUS, O QUE É ISSO?). Gravado abaixo de zero, as letras de Straight são pura "dor de corno" mas ninguém notou. A imprensa só falou da tendência hardcore do disco, como se isso fosse algo novo, esquecendo da variedade e riqueza de informações musicais de que Straight dispõe. Em Portugal, tocaram com o "Cradle Of Filth". Para promover o álbum, a Dorsal gravou, ao vivo, o Fúria Metal, da MTV.
Uma campanha promovida pelas revistas Slammin’ e Metal Head para que a Dorsal tocasse no Monsters Of Rock de 97 conseguiu o incrível número de 35.000 assinaturas, sem o apoio da gravadora - que inclusive desestimulou, dizendo que isso não levaria a nada. Como a Dorsal não foi escalada e praga de Carlos tem poder, o festival de 1997 foi cancelado. O dado negativo do ano foi a participação da Dorsal no show da banda Madball, no Rio, com sintomática falta de organização por parte dos envolvidos. Mais uma crise na formação, motivada pela imaturidade dos membros quase pôs o navio a pique. O saco já estava ficando cheio.
Em janeiro do último ano do século XX, a biografia Guerrilha! (a história da Dorsal paralelamente à história da própria cena metal) foi lançada, pela Beat Press, tornando-se fonte de inspiração para que outras pessoas, no meio, lançassem as suas. O CD Terrorism Alive (Ér Hab, para os mais íntimos) é editado pela nova gravadora Varda Recs, fundada por mim, após a última desculpa esfarrapada da antiga gravadora para não gravarem o novo disco de estúdio da Dorsal. Mesmo sem verba acreditamos e fizemos a nossa parte, produzindo e distribuindo, como reza a cartilha.
Vosso camarada, assina em paz
Carlos LopesFonte: whiplash
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Ultimatum(1985) + Metalmorphose + Demo 1982
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Antes do Fim(1986)

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Dividir e Conquistar(1988)
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Musical Guide From Stellium(1992)
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Alea Jacta Est(1994)
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Omnisciens(1996) Tributo
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Straight(1997)
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El Brujo
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